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Ooooooooooooooooooooooooooooooi

A melhor história da semana foi a briga pela selfie do macaco. Foi o seguinte: o fotógrafo britânico David Slater está na Justiça contra a Wikimedia Foundation (que comanda a Wikipédia), por conta de fotos que ele tirou de macacos na Indonésia, em 2011. Elas foram um sucesso na época (também, quem pode com tanto carisma?) mas as imagens acabaram na Wikipédia como sendo de domínio público. Slater diz que as fotos são dele e quer pagamento por elas, mas os editores da Wikipédia (que, não custa lembrar, são basicamente qualquer pessoa com acesso a um computador e à internet), afirmam que não, por conta do modo como as fotos foram tiradas.

Como fazem muitos fotógrafos de vida selvagem, Slater armou a câmera com um tripé no meio da mata, a macacada pegou o equipamento e mandou ver. Desse modo, segundo a fundação, como quem tirou as fotos foram os próprios macacos, não há a quem atribuir o direito autoral, portanto, as fotos são de uso livre. A coisa toda parece mais uma piada (brigar por uma selfie de macaco, sério?) mas é só um exemplo de como a Internet desmontou toda a questão de propriedade intelectual e como é difícil controlar a distribuição do conteúdo que se coloca na rede.

Para quem quiser se aprofundar na controvérsia dos direitos autorais neste caso, a Vice postou uma entrevista com um especialista, que vai mais para o lado do fotógrafo (link em inglês). A New Yorker também entrou na história, dando o ponto de vista da Wikimedia (também em inglês). 

O Foursquare fez a anunciada separação dos check-ins em um novo app, o Swarm, e reformulou o aplicativo antigo para ser uma ferramenta de recomendação. A mudança à primeira vista parece estranha, mas faz sentido: se existem dois públicos que fazem usos distintos do serviço (um que quer saber onde seus amigos estão, e outro mais interessado em descobrir novos lugares), em tese seria melhor atendê-los em separado. Resta saber se os fãs do Foursquare antigo vão concordar. Aliás, já tem gente reclamando que preferia o original.

Nesta semana no Ada nós ficamos fascinadas com o trabalho do videoartista turco Erdal Inci, que se filma em Istambul e usa truques de edição de vídeo para se “clonar" nas imagens e criar padrões de movimento em gifs animados (sim, é difícil explicar, vai lá ver). A típica arte digital que a gente adora.

Domingo é Dia dos Pais. Vai lá dar um abraço no seu, senão periga você receber um Whatsapp engraçadinho como os desses pais fanfarrões aqui.

E finalmente, se o tempo na sua cidade estiver frio e cinza e der zero vontade de sair, aproveite para fazer uma maratona de cinema, com a ajuda dessa lista de 50 filmes imperdíveis no Netflix da Zero Hora. Porque a gente também não aguenta passar mais tempo escolhendo filme do assistindo o dito-cujo.

Um beijo,

As minas do Ada

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