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 os livros que lemos tarde demais,
as histórias que não vieram antes, os relacionamentos que chegaram só depois. As viagens que ficaram para outra hora, a poupança nunca usada, as desculpas nunca dadas. Quando é tarde demais já não há mais tempo. Horas, dias e anos perdidos no encontro da expectativa criada e da desilusão premeditada. Tarde demais é longe, cruel e demorado. Preferimos mesmo um aqui e agora, antes que seja tarde. Mesmo que seja demais.
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Preparamos dois formatos de arte:
textão completo ou trecho impactante. É só escolher, salvar e postar! Ah, não esquece de marcar o nosso perfil: @newplan.journal. 
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links que valem a leitura
 Os livros que lemos tarde demais
Às vezes, um livro cai nas mãos de um leitor na hora errada. Pense naquele título que você deixou de lado porque estava ocupado no trabalho ou naquele outro que você julgou pela capa. Um dos grandes prazeres da vida é terminar um livro e imaginar como ele poderia ter te marcado se você o tivesse encontrado antes. Nesta matéria, a The Atlantic separa sete romances que seus jornalistas gostariam de ter lido quando mais jovens.
THE ATLANTIC (en)


 Você pratica a democracia? 
Em um momento no qual as discussões políticas estão em alta, fica uma dúvida: seria o voto a única maneira de exercer nossa democracia? É claro que o voto é, acima de tudo, um imperativo essencial para uma representação política de qualidade. Mas há diversas maneiras de ser democrata no dia a dia e essas vão além de apertar os dígitos na urna durante as eleições. Se liga.
GAMA (pt)


 O impacto psicológico de consumir “true crime”
No podcast, no documentário, na série da Netflix, o consumo de conteúdos de “crimes reais” tornou-se um verdadeiro fenômeno. Em alguns casos, os telespectadores relatam que encontram consolo em suas narrativas sombrias favoritas. Mas nem sempre é assim. WIRED (en)
Leu e lembrou de alguém? É só compartilhar o link da edição!
dica boa a gente compartilha
em parceria com a Dois Pontos
 Para ler antes do ano acabar
Que atire a primeira pedra quem não se arriscou em colocar a leitura como resolução para 2022. A real é que não tem nada mais cafona do que competir sobre quem lê mais, melhor ou mais rápido. Por isso, em parceria com a Dois Pontos, nos unimos para aquela lista possível de três livros  deliciosos que podem ser lidos antes que o ano acabe - ou também depois dele, fica ao seu critério.

SE ADAPTAR, Clara Dupont-Monod
Uma história de afeto e descoberta sobre uma família que aprende que acolher também é transformar o mundo. As personagens são extremamente humanas, e por isso verdadeiras e falhas, heroicas e frágeis.

VIA ÁPIA, Geovani Martins
Um retrato de pessoas que costumam estar fora do retrato, mas que molduram o cotidiano das grandes cidades, as periferias, as favelas. Mergulho na realidade brasileira como o jornalismo e a sociologia não foram capazes de fazer. 

A VERGONHA, Annie Ernaux
A partir de um episódio de violência do pai contra a mãe, Annie investiga o que se espera das mulheres, como se mover em meio a tanta opressão e o que significa uma violência desse tamanho na vida dos envolvidos. 

Resolução boa é aquela que é possível. Em homenagem ao Dia Nacional da Leitura, se por acaso você curtiu as indicações, usando o cupom
NEWPLAN, você tem 15% de desconto nesses livros e em todo o catálogo da livraria até 12.11. Boa leitura!
bate bola, ping pong, jogo rápido
com Olívia Nicoletti
A escrita como potência
Junte a paixão pelo belo com a doçura das palavras e chegue nesta mistura de poesia, arte, moda e palavras que é Olívia Nicoletti. A jornalista conversou com a gente sobre carreira, pandemia e criatividade. Um pouco de tudo e de tudo um pouco.


 Olívia, conta pra gente um pouco da sua trajetória, carreira e da sua relação com a escrita?
Eu sempre quis ser jornalista, desde quando começou um papo sobre carreira no colégio onde estudei em Novo Horizonte, interior de São Paulo. Na época, gostava muito de geografia e história, principalmente das tretas, por isso, minha ideia inicial era ser correspondente de guerra. Quando comecei a fazer o curso na Cásper Líbero e, desde o dia um, entendi que precisaria trabalhar para ajudar meus pais com as despesas, busquei estágios em diferentes áreas. Foi assim que comecei a trabalhar em uma revista de joias, a Joia&Cia. Como eu também já gostava de moda e de ver coisas bonitas, o caminho meio que acabou fluindo pra esse lado. Fiz um processo seletivo na Editora Abril e fui chamada para fazer estágio na extinta revista Estilo, onde fui efetivada como repórter. Depois, passei seis meses trabalhando como assessora de imprensa na MktMix, porque queria ver como era o outro lado do jornalismo. De lá, parti para a revista Vogue, onde fui repórter de moda e, depois, para a Marie Claire, onde fui editora de beleza. Quando passei a não ter vontade de assumir nenhum cargo acima do de editora em uma revista, resolvi que era hora de tentar novos desafios e integrei o time do iLove.e, uma agência de criação de conteúdo e experiências, como head de conteúdo, onde estou há 4 anos. Paralelo a carreira como jornalista, sempre gostei de escrever pequenas prosas e contos e em 2021 publiquei meu primeiro livro, Endereço, que reúne muitos desses textos. Neste ano, publiquei um conto, junto de cerca de mais 20 de outros escritores, em Correio Amoroso: 20 cartas sobre paixões, encontros e despedidas. O próximo livro, com contos só meus, deve sair em um ou dois anos. Além disso, atualmente também faço alguns trabalhos como influenciadora digital. Ufa! Muita coisa haha.

 Hoje somos consumidos por uma avalanche de conteúdo. Como você se inspira e alimenta sua criatividade?
Tento aproveitar essa avalanche de conteúdo me inspirando bastante através dela. Mas também indo além do que está disponível 100% do tempo a um clique. Ler é algo que me inspira muito, assim como escrever, claro. Além disso, a corrida tem o mesmo efeito de uma meditação no meu cérebro, algo como desanuviar e esse respiro faz com que eu pense com mais clareza e tenha ideias frescas. E, como vejo o ócio como um motor de criatividade, vez ou outra me permito o luxo de sentar no quintal e fazer absolutamente nada.

Sua maior reinvenção de quarentena foi...
Como pessoa eu me reinventei bem pouco durante a quarentena - o susto foi tão grande que só consegui abrir espaço para sobreviver, bem mais que me tornar um ser humano mais evoluído. Mas, sem dúvidas, o meu estilo mudou muito. Depois de uma mega crise de identidade visual (que ainda não foi embora totalmente), hoje em dia me permito muito mais escapar de um estilo super demarcado - uso mais cores, formas e comprimentos antes impensáveis.

Aqui a gente tem um lema que é "dica boa a gente compartilha". Fala pra gente uma dica de série, filme, perfil que esteja amando seguir, livro, ou qualquer outra descoberta que valha a pena ser compartilhada!
Filme: fiquei encantada pela beleza de After Yang, do roteirista e diretor sul-coreano Kogonada e que tem Colin Farrell no papel principal. Dos diálogos ao roteiro super original, tudo tem uma poesia etérea e triste. Livro: acredito que eu tenha lido um dos três livros mais lindos da minha vida neste ano. "Formas de voltar para casa", do chileno Alejandro Zambra, narra as memórias de um homem que viveu sua infância durante a ditadura de Augusto Pinochet. Fala muito sobre como editamos nossas lembranças com o passar do tempo. Perfil para seguir: nada de livros ou looks, a aba "explorar" do meu Instagram só mostra… comida! Adoro seguir perfis que fazem pratos lindos e o meu preferido do momento é o da @sophia_roe. De comer com os olhos.

 1. A Mercedes que eu queria.

 2. 17 quadras de tênis espetaculares.

 3. 05 filmes em que professores são heróis.
Vale lembrar que toda semana compartilhamos a planilha GIVE&GET pela qual você pode se conectar com pessoas que fazem parte da nossa comunidade. Além disso, deixamos disponíveis todos os downloads que já rolaram por aqui na nossa pasta NEW PLAN RESOURCES. Ilustrações Carol Coura.
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