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Newsletter - Ponteiros e folhas secas; viabilidade econômica 
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Edição No. 04 - junho de 2016

Ponteiros no campo e folhas secas na indústria, demonstra pesquisa: embasamento para o Projeto

A separação de ponteiros e folhas secas deve potencializar o uso da palha de cana-de-açúcar para a cogeração de energia elétrica nas usinas, demonstra pesquisa realizada pela engenheira agrônoma do Laboratório de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), Lauren Maine Santos Menandro.
O estudo promoveu a coleta e análise da composição química e nutricional de 312 amostras de palha, divididas entre ponteiros e folhas secas, de quatro variedades de cana-de-açúcar representativas da região centro-sul do Brasil, em três cortes, distribuídas em sete locais, sendo cinco deles no estado de São Paulo e dois em Goiás. Ainda foram analisados os potenciais energéticos e, por meio de experimento de campo, a decomposição, a ciclagem de nutrientes de cada compartimento da palha, entre outras avaliações. Verificou-se que há pouca variabilidade dos ponteiros e das folhas secas em função das condições ambientais ou inerentes à cultura. Contudo, são significantes as diferenças entre a composição desses compartimentos da palha.
A pesquisa foi desenvolvida durante o mestrado da pesquisadora no Instituto Agronômico de Campinas (IAC), sob orientação do Dr. Heitor Cantarela, em parceria com a equipe de remoção do Projeto SUCRE, liderada pelo pesquisador João Luís Nunes Carvalho do CTBE. Os resultados serão objeto de embasamento para o Projeto SUCRE.

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Visão econômica do uso da palha para a cogeração

Já se passaram mais de 25 anos desde o início dos ensaios para recuperação de palha visando geração de excedentes adicionais de eletricidade pelas usinas. Ao longo deste período o preço da eletricidade oscilou muito e apesar de algumas iniciativas, não se estruturou uma política consistente que realmente estimulasse a geração adicional de eletricidade renovável pelas usinas, e que demandasse soluções que viabilizassem técnica e economicamente a utilização energética da palha. Além disso, não há distinção de tarifa pelo tipo de biomassa empregada, sendo que a palha apresenta custo considerável para as usinas, o que não ocorre com o bagaço.

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Leia as matérias publicadas em Newsletters anteriores do SUCRE:

1. Contexto da palha de cana no Brasil
2. Palha para cogeração de energia 
3. Custos de recolhimento da palha
4. Início do Projeto SUCRE


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