|
|
|
|
|
Em destaque na TESE Portugal
Os jovens do Programa Faz-Te Forward foram desafiados a pôr à prova as suas competências de procura de emprego.
Inicialmente, o Faz-Te Forward divulgou anúncios de emprego dirigidos às diferentes áreas, aos quais os participantes se candidataram, como num processo real. Os CV's e cartas de motivação foram analisados por consultores da The Talent City e cada Fazter recebeu sugestões personalizadas para melhorar estes instrumentos.
Foram depois chamados a entrevistas de emprego na Jason Associates, realizadas por vários consultores deste parceiro com larga experiência em recrutamento e seleção e que desde a primeira edição tem proporcionado esta oportunidade aos jovens que participam no programa. No final do processo, os jovens receberam feedback personalizado sobre a sua prestação e dicas para futuras candidaturas de emprego.
À medida que desenvolvem, semanalmente, as competências pessoais e sociais mais procuradas pelos empregadores e tendo já iniciado as sessões de coaching individuais, que são complementadas com a mentoria com profissionais inspiradores da sua área de interesse, os jovens têm mais uma ferramenta fundamental na procura de emprego - a preparação para entrevistas e processos de recrutamento.
Para Gonçalo Sequeira, um dos participantes na edição anterior do Faz-Te Forward, que integra atualmente a equipa da Jason Associates e esteve este ano no papel de entrevistador: "a importância da simulação de entrevista é fundamental para melhorar o nosso awareness sobre os comportamentos e atitudes a ter durante uma entrevista de emprego. Além disso, recebemos feedback sobre a nossa postura e desempenho durante a conversa".
O Faz-Te Forward, promovido pela TESE e pelo Barclays, em parceria com a Jason Associates, a The Talent City a 5P’s e a CASES, continua assim a apostar em experiências concretas do mundo real do trabalho e adaptadas a cada participante.
|
|
|
Zoom: O programa MAIS - Melhor Ação e Inovação Social em Santarém tem CANDIDATURAS ABERTAS até 8 de maio, para o módulo de ”MARKETING E ANGARIAÇÃO DE FUNDOS”!
Dirigido aos executivos do setor social, o MAIS é composto por quatro módulos formativos - Gestão e Planeamento Estratégico, Sustentabilidade Financeira, Marketing e Angariação de Fundos, e Gestão das Pessoas – e prevê que, no final de cada módulo, os participantes e a sua organização se possam candidatar a um prémio em Consultoria que consiste numa intervenção gratuita de consultoria cirúrgica na área temática trabalhada. Todos os participantes no módulo de formação do MAIS integram, também, as “Task Forces” - sessões dinâmicas com exercícios práticos que contribuem para superar os principais desafios de cada uma das organizações nos processos de implementação dos conteúdos da formação.
|
|
|
PARCEIROS E FINANCIADORES
«A imigração é uma enorme oportunidade, resultando daí um contributo muito positivo para Portugal »
Pedro Calado, Alto-comissário para as Migrações
Considera que, de uma forma geral, a imigração já é vista como uma mais-valia para o desenvolvimento do país?
Recentemente, em 19 de dezembro de 2014, o Alto Comissariado para as Migrações, através do seu Observatório para as Migrações, lançou a publicação Imigração em Números. Neste relatório, pela primeira vez, olhámos em detalhe para fontes estatísticas e administrativas que nos ajudam a perceber a efetiva integração dos imigrantes em Portugal. Em 12 indicadores (educação, trabalho, empreendedorismo, demografia, contribuição para a Segurança Social, entre outros), aquilo que mais uma vez retiramos de essencial é que a imigração é uma enorme oportunidade, resultando daí um contributo muito positivo para Portugal em todas estas áreas. Por exemplo, os imigrantes têm uma maior taxa de atividade e são seis vezes mais empregadores do que os portugueses, criando cada vez mais postos de trabalho também para os autóctones. Um outro exemplo podemos encontrar no contributo para a sustentabilidade da nossa segurança social, em que – mesmo descontando os apoios recebidos, - os imigrantes contribuem, por ano, com mais de 240 milhões de euros.
São estes dados, baseados em factos, que nos ajudam a rebater alguns mitos, frequentemente baseados em perceções erradas. E isso é muito importante, sobretudo num tempo de crise internacional, onde assistimos noutras latitudes a discursos que procuram atribuir aos imigrantes algumas das razões dessa crise. Por aqui temos sabido manter uma visão clarividente e um consenso político e social que me parece da maior relevância. Até porque, nesta matéria, nós somos, de facto, os Outros.
Como vê o contributo da TESE para a missão do Alto Comissariado para as Migrações-ACM ?
A Tese tem sido um parceiro de longa data do Alto Comissariado, nomeadamente do Programa Escolhas. É uma entidade com um enorme potencial de inovação e criatividade, de seriedade e competência, com quem muito gostamos de colaborar. Mais recentemente, no domínio da empregabilidade dos jovens, temos vindo a trabalhar com o projeto Orienta-te em São Domingos de Rana, mas igualmente com o projeto Link2Jobs, possibilitando experiência de job shadowing a jovens, e os resultados falam por si. Tem valido a pena.
Quais considera serem os principais impactos que o Programa Escolhas tem vindo a promover no âmbito da empregabilidade jovem?
Os resultados de 2014 continuam a demonstrar uma grande capacidade de fazermos a diferença. Em tempos especialmente desafiantes, conseguimos desde janeiro de 2014 encaminhar 10.994 jovens para Escola, Formação e Emprego. Tratam-se de jovens anteriormente desocupados (os chamados NEET), cuja reintegração tem um valor social incalculável. Por outro lado, a aposta no empreendedorismo inclusivo tem sido uma aposta ganha. Desde janeiro de 2014 apoiámos a criação de perto de 100 micro-empresas, na sua maioria geridas por jovens nas suas comunidades. São projetos micro, mas que revelam grande impacto local. Nesta área do empreendedorismo tivemos já 15.348 jovens envolvidos e isso é um fator de ativação de competências muitas vezes adormecidas ou mesmo desconhecidas. O que fazemos neste modelo de empreendedorismo inclusivo foi recentemente divulgado através de um handbook prático que podem conhecer online
|
|
|
Em destaque na TESE Sem Fronteiras
Fruto das aprendizagens conseguidas noutros projetos no setor da Água, Saneamento e Promoção da Higiene (WASH), a TESE Sem Fronteiras, está presentemente a implementar com parceiros locais o Programa de Reforço Institucional e da Qualidade dos serviços de Abastecimento de Água (PRIQSAA), na Guiné-Bissau, com os mesmos pressupostos do projeto Bafatá Misti Iagu (e Bafatá Misti Mas Iagu) mas agora em 3 localidades distintas – Bafatá, Bambadinca e Mansoa.
Com um orçamento total de 881.056,83€, financiado pela União Europeia e pela Cooperação Portuguesa (Camões, I.P.), este programa pretende reforçar as capacidades e competências institucionais, técnicas e de planificação estratégica dos atores não-estatais e do Estado no setor da água, a nível regional e nacional e contribuir para a melhoria das condições de vida dos cidadãos, a partir de melhorias nos serviços de abastecimento de água nestes centros semiurbanos.
Privilegiando as parcerias público-comunitárias, a TESE Sem Fronteiras colaborará com a AGEOPPE-Agência Guineense de Execução de Obras de interesse Público e Promoção de Emprego, a ACDB-Associação Comunitária de Desenvolvimento de Bambadinca, a ASPAAB-Associação de Saneamento Básico, Proteção da Água e Ambiente de Bafatá, a Associação Wede Bontche de Mansoa e a Direcção-Geral de Recursos Hídricos.
Globalmente, desde 1990 têm sido feitos progressos assinaláveis para garantir o acesso a água e saneamento adequados, no entanto, 36% da população mundial – 2.500 milhões de pessoas - ainda não possui acesso a instalações sanitárias adequadas e 768 milhões de pessoas ainda utilizam fontes de água não potável. Por outro lado, persistem ainda grandes disparidades a nível regional e no meio rural.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|